Escola Normal

PLANOS DE AULA

PLANO DE AULA-DEMOGRAFIA DA PARAÍBA

PLANOS DE AULA-CATEGORIAS GEOGRÁFICAS-1º ANO MÉDIO

PLANO DE AULA- ORIENTAÇÃO E LOCALIZAÇÃO-3º ANO MÉDIO

PLANO DE AULA-ESPAÇO GEOGRÁFICO E SUAS REPRESENTAÇÕES-3º ANO MÉDIO

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 PROJETO: ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA NA FORMAÇÃO INICIAL DOS ALUNOS DO CURSO PROFISSIONALIZANTE DE MAGISTÉRIO

            A cartografia, embora seja considerada complexa, é de extrema importância no Ensino da Geografia, visto que está presente no cotidiano das pessoas. Logo, a observação, a percepção e a compreensão das representações cartográficas possibilitam ao indivíduo atribuir significado aos conceitos geográficos, assim como a leitura e compreensão do mundo. Constata-se que os primeiros conceitos da cartografia são trabalhados ainda nas séries iniciais do Ensino Fundamental, a partir do currículo da Geografia, constituindo a etapa da alfabetização cartográfica, ocasião em que o aluno constrói os primeiros conceitos cartográficos e geográficos. Entretanto, se tem percebido que essa aprendizagem vem se mostrando deficitária, visto que muitos alunos ainda chegam ao Ensino Médio sem compreender ou saber fazer uso de tais conceitos, e, por conseguinte, sem saber ler, interpretar ou produzir um mapa, ou seja, decodificar ou codificar seus símbolos e significados. Mediante esta compreensão, se faz necessário trabalhar estas questões na formação inicial e continuada dos professores que atuam nas séries iniciais. Neste contexto, bolsistas do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência PIBID/CAPES/UEPB, Subprojeto de Geografia, em atuação no 3° Ano do Ensino Médio Profissionalizante do Curso de Magistério na Escola Normal Pe. Emídio Viana, em Campina Grande-PB, perceberam que os discentes (futuros professores, ou professores já atuantes nas séries iniciais) tinham dificuldade em orientação e localização, mesmo no tratamento das questões mais elementares, como por exemplo, saber se orientar utilizando os pontos cardeais ou compreender um mapa. Em vista disto, o presente trabalho teve como objetivos proporcionar aos alunos do curso de Magistério, futuros professores, uma formação inicial em alfabetização cartográfica, subsidiando o desenvolvimento de competências e habilidades para que se tornem bons leitores de mapas e possam saber também como representar o espaço geográfico. Para alcançar os objetivos propostos, procurou-se desenvolver atividades participativas, aproximando as diferentes escalas geográficas, procurando atribuir significado aos conteúdos da Geografia e, desta forma, apesar de algumas dificuldades apresentadas, os resultados alcançados foram satisfatórios, haja vista que, no final de todas as atividades propostas, foi possível sanar as lacunas que existiam em relação à orientação e localização, sucessivamente os mesmos conseguiram fazer uma leitura consistente de mapas. Portanto, os discentes alcançaram um melhor aprimoramento dos conceitos cartográficos e geográficos desenvolvendo, assim, o processo de ensino-aprendizagem percebendo, desta forma, a importância da cartografia em suas vidas.

 RESULTADOS ALCANÇADOS

            O projeto alfabetização cartográfica foi feito de forma mais aprofundada, pelo fato de ser uma turma de 3° Ano médio profissionalizante, logo dando condições para que o discente, futuro professor, tenha conhecimento da relevância do tema para a formação integral do cidadão, e que possam também ter subsídios metodológicos para sua futura profissão.

            Para executar o projeto, primeiramente, foi aplicado um questionário para diagnóstico dos conhecimentos prévios dos alunos e as possíveis dificuldades. O questionário continha perguntas sucintas: O que é espaço geográfico e como ele pode ser representado? O que é cartografia? O que é linguagem de mapas? O que é escala? O que são coordenadas geográficas? Após a aplicação observou-se que a maioria das alunas tiveram grande dificuldade em respondê-las, mostrando em suas respostas as dificuldades que se tinham em relação ao conhecimento cartográfico.

        Para sanar as primeiras dificuldades dos alunos foram mostrados alguns slides com o conteúdo sobre espaço geográfico e suas representações, ocasião em que  foi explanado para os alunos que é necessário saber que é no espaço geográfico que ocorrem as relações sociais econômicas, políticas, em escala local, regional, nacional e global, sendo o espaço dinâmico. Logo, todo cidadão precisa saber ler o espaço geográfico, para poder compreender os fenômenos que ocorrem no mundo e suas diferentes configurações e escalas, para isto a cartografia é de extrema importância. Os PCNs (2006, p.50) explicitam que “para aluno adquirir competências e habilidades para ler os fenômenos geográficos requer saber utilizar a cartografia para elaborar mapas mentais, para leitura e uso de plantas cartográficas e mapas temáticos.”

     Como forma de tornar a cartografia mais atrativa, tentou-se trazer a mesma para o cotidiano dos alunos para isto foi discutido os conceitos de lugar e paisagem, sendo estes importantes para analisar o espaço vivido. Mediante isto, eles perceberam que a cartografia está em toda parte. Para confirmar isto na prática foi pedido que fizessem um mapa mental do percurso de casa/escola, haja vista ser o mapa mental uma ferramenta de grande valia para conhecimento do lugar, como também para a alfabetização cartográfica, sendo uma forma de representar o espaço.  Como afirma Pontuschka, Paganelli e Caceti (2007):

      As cartas mentais são instrumentos eficazes para compreender os valores que os indivíduos atribuem aos diferentes lugares. O espaço vivido é o conjunto dos lugares de vida de um indivíduo. A casa, o lugar de trabalho, o itinerário de um a outro local formam os componentes principais do espaço vivido (ibidem, p.314).

        Os discentes/ futuros docentes, perceberam com esta atividade que a cartografia está em toda parte e assim foi mencionado para eles que esta seria umas das ferramentas que os auxiliariam na sua futura profissão, para conhecer o lugar de cada aluno e começar a alfabetização cartográfica dos mesmos. Nesta conjuntura, Almeida e Passini afirmam que: (2006. p.21) “Iniciando o aluno em sua tarefa de mapear, estamos, portanto mostrando os caminhos para que se torne um leitor consciente da linguagem cartográfica.”

      No decorrer de outra aula, os alunos se mostraram, mais uma vez, interativos e entenderam que realmente a alfabetização cartográfica era necessária para que eles entendessem melhor o espaço geográfico. Em seguida, mostraram-se para eles os conceitos importantes que os mesmos necessitavam saber para ter uma alfabetização cartográfica eficaz, os quais são: a visão oblíqua, lateral e vertical; imagem tridimensional, imagem bidimensional; alfabeto cartográfico: ponto, linha e área; construção da noção de legenda; proporção e escala; lateralidade/referências, orientação.

     Destes conceitos, alguns já eram conhecidos e trabalhados no cotidiano escolar, esses eram; a imagem tridimensional, representada pela maquete, que vem sendo muito explorada em amostras pedagógicas; a imagem bidimensional, através do mapa, este era visto em algumas aulas, todavia os alunos não sabiam ler e interpretar tão bem os mapas. Portanto, foi discutido com maior ênfase aos conceitos cartográficos que os mesmos apresentavam maior dificuldade.

     Foi neste contexto que se começou uma exposição e discussões dos conceitos de visões oblíqua, vertical e lateral. Nesta feita, foram utilizadas algumas imagens de paisagens por meio de slides para mostrar a diferença entre estas visões, e também mostrou-se exemplos práticos na própria escola e, com isso, foi possível eles notarem o que seria cada uma delas, compreendendo que a forma de se fazer uma mapa seria por meio da visão vertical. Como explicita Pontuschka, Paganelli e Caceti, (p.311.2007): “A leitura das paisagens in lócus, das fotografias frontais, oblíquas, verticais e das imagens de satélites permitem aproximar os documentos geográficos da realidade dos alunos”.

      Dessa forma, os alunos se mostraram ativos nas discussões e os mesmos citaram exemplos do cotidiano, demonstrando aprendizagem destes conceitos. Para fixação do conteúdo, foi pedido para os discentes que trouxessem uma foto ou desenho do seu quarto ou qualquer outro cômodo da casa, nas visões oblíqua, vertical e lateral. A maior parte dos alunos conseguiu absorver cada conceito de forma correta, todavia outros não. Para corrigir as falhas foi feito uma revisão para que não restassem mais dúvidas.

      Em outro momento, introduziu-se o conteúdo de orientação e localização cartográfica, mostrando os movimentos da Terra e, logo após, os pontos cardeais, isto mediante discussões em sala, com a presença de recursos como vídeo, globo terrestre, lanterna. Mediante este, foi explicado para os alunos os principais movimentos que a Terra executa, os movimentos de rotação e translação.

       É necessário que se entenda os principais movimentos da Terra, para compreender a localização e orientação. Mediante isso, foi perguntado para os alunos se eles sabiam a diferença entre localização e orientação. Os mesmos se mostraram confusos, chegando crer que era a mesma coisa. A partir disso, foi explanado para eles a diferença entre ambos. Foi explicado para os alunos que orientação é diferente de localização, visto que a orientação é dada pelos pontos cardeais, estes são determinados pelo movimento de rotação, ou seja, mediante o movimento aparente do sol que é de Leste/ Oeste. Para mostrar isso foi usado o globo terrestre e a Lanterna. (Figura 1).

FIGURA 1: MOVIMENTO DE ROTAÇÃO E TRANSLAÇÃO

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                   FONTE: VIEIRA, Maria Madalena de Paiva 10/05/2013

           Já a localização, tem que ter referenciais como ruas, construções, estradas, rios, fatos, estes cotidianos ou por meio de conhecimentos geográficos: as coordenadas geográficas: latitude e longitude, manuseio e leitura de equipamentos, como GPS, bússolas, mapas, cartas, etc. Neste contexto, o trabalho de localização, orientação e representação deve-se partir do espaço próximo para o longínquo.

          Quando os alunos tomaram conhecimentos dos movimentos da Terra, foi perguntado a eles onde era a parede da sala que o sol refletia pela manhã, sendo esta o lado Leste, consequentemente onde o sol nasce. (Figura 2).

     A partir disso, foi mostrado para os alunos a orientação pelo sol. Os alunos não conseguiram abstrair tão rápido estes conceitos tendo em vista acharem complicados.  Logo, teve-se que revisar várias vezes para poder ser abstraído pelos os mesmos.

FIGURA 2: ORIENTAÇÃO PELO SOL

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FONTE: VIEIRA, Maria Madalena de Paiva 10/05/2013. 

     Para que os mesmos pudessem compreender a orientação pelo sol foi feito uma aula prática, onde os alunos justamente com os bolsistas e a professora titular para o pátio da escola, para que os alunos aprendessem a se orientar mediante a presença do sol (Figura 3).

FIGURA 3: ORIENTAÇÃO PELO SOL: AULA PRÁTICA NO PÁTIO DA ESCOLA

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FONTE: FERREIRA, Kalina Fernanda Cavalcanti. 25/05/2013.  

      Para a realização da atividade explicou-se que a pessoa será o referencial, colocando a mão direita para onde o sol nasce, sendo este o Leste, a mão esquerda será o Oeste, a sua frente será o Norte e as suas costas o Sul.  Apesar de dificuldades no decorrer das atividades, no final das discussões, percebeu-se que os discentes compreenderam o conteúdo.

   Em outra atividade, foi utilizado o livro didático: Geografia o mundo em Transição, de autoria de José William Vessentini, houve uma discussão e leitura do capítulo 3, denominado “O que são mapas”. Foram discutidos os elementos presentes em um mapa, a partir de imagens presentes no livro. E também a utilização do mapa da Paraíba, para analisar alguns elementos de mapas em ambos.

    Foi explicado para os alunos que existem diversos tipos de mapas, cada qual com uma função diferente, onde cada um vai ser elaborado levando em consideração as necessidades e interesses de seus usuários, são eles: plantas, cartas, planisfério, mapas de base, mapas temáticos, políticos, físicos, históricos, entre outros. Desta forma, o mapa vai ser um transmissor de informações, por meio de símbolos cartográficos, onde é preciso conhecimento para poder retirar estas informações. Como afirma ALMEIDA e SIMIELLI:

     Ao pensar no mapa como transmissor de informações, deve-se ter em mente os princípios da comunicação em cartografia. Se os mapas são veículos no processo de comunicação, mediante símbolos cartográficos, é preciso apresentar a informação adequadamente e, para tanto, conhecer as regras da comunicação e assim expressar como dizer o quê?, como?, e para quem?.(p.78.2007)

       No decorrer do estudo sobre mapas, apresentaram-se seus elementos, os quais são: título e símbolos, escala, indicador de direção, linhas (Paralelos e meridianos), estes eram conhecidos dos alunos, todavia o que mais mostraram ter dificuldade de compreender foi a Escala cartográfica.

        Através desta compreensão procurou discutir com mais ênfase a Escala. “Onde definimos como escala (E) a representação proporcional existente entre a distância medida em um mapa (d) e a distância real sobre a superfície terrestre (D).” (PORTO. p.21.2004). Haja vista ser esta um dos atributos mais importantes do mapa, pois é através dela que se consegue saber a área real do terreno representado. Explicou para eles que no mapa existe a escala numérica e gráfica, para melhor compreensão deles, realizou-se uma atividade, mostrando como se fazia para encontrar a distância real em um mapa, esta seria feita através de uma fórmula matemática (D= d/E). De início, os alunos não conseguiram compreender como se fazia, porém depois de várias tentativas e explicações, conseguiram um melhor entendimento do conteúdo.

     Em sequência mostrou-se que a escolha da escala pela usuário vai depender da finalidade de seu uso, podendo ser uma escala grande ou pequena, mostrando que o tamanho da escala é inversamente proporcional ao tamanho do denominador, ou seja, um mapa com escala pequena não terá detalhes minuciosos em sua representação, como é o caso do mapa-múndi, haja vista que não teria condições de representar todo o planeta Terra em uma escala grande. Já a Escala grande terá uma riqueza de detalhes maior, como é o caso de um mapa, planta ou carta de uma cidade ou de um bairro. Os alunos conseguiram compreender esta relação entre escala pequena e grande.

    Por fim, para término do Projeto Alfabetização Cartográfica, não poderia deixar de se trabalhar como é que se faz a Leitura e interpretação de mapas. Para isso, foi utilizado como recurso o Atlas da Paraíba (Figura 4) para que os alunos mediante os conhecimentos já adquiridos, pudessem fazer a leitura consciente de um mapa. Para isto, foi entregue um roteiro dos principais pontos que deveriam analisar para fazer uma leitura eficiente de um mapa, os quais são de acordo com ALMEIDA e PASSINI apud STEFANELO :

       O entendimento do título (qual o espaço que é representado, os limites, as informações); Compreensão da legenda, que é decodificação mediante a qual pode relacionar os significado (símbolos) dos signos constantes na legenda; Leitura e reflexão da distribuição e da organização dos símbolos da mensagem sobre o mapa; Observação da escala para o cálculo de distância e como elemento de comparação e interpretação.(p.94,2009)

FIGURA 4:ALUNAS FAZENDO A LEITURA DE UM MAPA (ATLAS DA PARAÍBA)

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        FONTE: FERREIRA, Kalina Fernanda Cavalcanti. 11/07/2013  

        Foi explicado para os discentes que para se fazer a leitura eficaz de um mapa, vai além do que uma simples codificação, sendo necessário ir além de sua leitura, é preciso interpretar suas informações, ou seja, decodificar seus símbolos e significados, segue as mesmas etapas de decodificação da leitura de um livro, identifica-se o título, qual é o espaço que ocorrer determinado fato.  Que escala foi utilizada, o que diz a legenda. Como explicita Porto (2004):

       Ler um mapa não é apenas localizar seus elementos, cidade, rios, florestas, etc. O mapa é um modelo de comunicação codificada para representação de um espaço real, que é decodificado através de uma linguagem cartográfica que se utiliza de três elementos básicos: Simbologia, projeção, razão de redução (ibidem, p.149).

      Entretanto, a interpretação de um mapa é algo mais complexo, não basta dizer do que se trata determinado mapa, é preciso um conhecimento mais aprofundado, consultar outras fontes e, até mesmo, fazer comparações com outros mapas. “É importante explicar a organização do espaço, correlacionando elementos e fatos” (Porto, 2004,p.151)

       Neste contexto, foram escolhidos os seguintes mapas para que os alunos fizessem a leitura e interpretação: Organização do espaço paraibano, início do século XX; A população urbana e rural por município, ano 2000, do Estado da Paraíba; Clima, vegetação e solo paraibano. Foram formadas equipes e, a partir daí, os alunos por meio do roteiro e auxílio da professora e titular e os bolsistas extraíram as informações referentes a cada mapa.

    De posse destes mapas, os discentes começaram a fazer a leitura e extrair o máximo de informações que conseguissem dos mapas. Todavia, houve momentos durante esta atividade, que eles ficaram confusos com algumas informações encontradas nos mapas, porém foram explicadas e sanadas suas dúvidas. Portanto, no final, conseguiu-se atingir o proposto.  Desse modo, “a leitura de mapas deve ser exercício constante para desenvolver o sentido de observação, descrição e correlação dos elementos. Uma boa leitura proporciona um bom nível de interpretação”. (Porto, 2004,p.150)

      Desse modo, no término de todo o estudo, os alunos perceberem que a cartografia é de suma importância na vida de todos os indivíduos, e, por conseguinte, no ensino da geografia e, assim, os mesmos puderam adquirir subsídios para sua vida escolar, cotidiana e sua futura profissão.

     Pôde-se verificar com o presente estudo que a cartografia é essencial no ensino da Geografia para que o indivíduo possa localizar-se no espaço e possa nele aturar eficazmente. Dessa forma é preciso que o professor esteja cada vez mais repensando sua prática, tornando as aulas prazerosas e atrativas para o aluno, e, por conseguinte, venha apropriar-se dos conteúdos cartográficos e, assim, torná-los significativos para os alunos não só este como qualquer conteúdo geográfico.

      Portanto, este projeto foi de grande valia para os discentes do curso do Magistério, pois os mesmos aprimoraram seus conhecimentos e, assim, as dificuldades referentes a localização e orientação e a leitura de mapas, como os outros conceitos cartográficos, foram adquiridos. Não só isto, mas também subsídios metodológicos para sua futura profissão docente. Nesta feita, o estudo foi significativo também para os bolsistas do PIBID, onde também foram aprimorados os seus conhecimentos sobre a cartografia e sua prática docente.

REFERÊNCIAS

ALMEIDA, R. D. de.; PASSINI, E. Y. O espaço geográfico: ensino e representação. São Paulo: Editora Contexto, 2006.

BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ciências humanas e suas tecnologias; Orientações Curriculares para o Ensino Médio; Secretaria de Educação Básica: Ministério da Educação; Volume 3, 2006.

CASTROGIOVANNI, A. C.; CALLAI, H. C.; KAERCHER, N. A. Estudar o Lugar para compreender o mundo. In: CASTROGIOVANNI, A. C.; CALLAI, H. C. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. 9ª Ed. Porto Alegre: Editora Mediana, 2010.

LACOSTE, I. A geografia: isso serve, em primeiro lugar pra fazer a guerra. 19º edição.

Campinas: Papirus Editora, 2011.

PONTUSCHKA, Nídia Nacib; PAGANELL, Tomoko Iyda; CACETI, Núria Hanglei. Para Ensinar e Aprender Geografia; Representações gráficas na geografia. São Paulo. Cortez Editora. 2007.p.290-318.

PORTO, Francisco Evangelista. Fundamentos de Cartografia aplicados à geografia. Campina grande-PB. Edições boa impressão. 2004.

SIMIELLI, Maria Elena. Org: ALMEIDA, Rosângela Doin. Cartografia escolar; O mapa como meio de comunicação e alfabetização cartográfica.  São Paulo: Editora Contexto, 2007. p.71-93.

STEFANELO, Ana Clarissa. Didática e avaliação da aprendizagem no ensino de geografia. O livro didático e o uso da cartografia. São Paulo: Editora Saraiva, 2009.p.81-102.

EM ANEXO PROJETO COMPLETO:

PROJETO ALFABETIZAÇÃO CARTOGRÁFICA

 EM ANEXO VÍDEOS E ATIVIDADES REALIZADAS:

http://www.youtube.com/watch?v=qc1rzryczdw – movimento de translação e rotação da terra.

ATIVIDADE 3° ANO- ETAPAS PARA LEITURA DE MAPAS

EXERCÍCIO DE APRENDIZAGEM CARTOGRAFIA

CARTOGRÁFICA APOSTILA 3° C

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ANÁLISE DOS MAPAS MENTAIS

           Este foram feitos pelos alunos  do 1º ano do curso profissionalizante de magistério, na Escola  Normal Estadual Pe. Emídio Viana Correia, em Campina Grande-PB.

         O primeiro mapa (Figura 1) representa o percurso casa/escola de uma aluna. A mesma demonstrou em sua representação as originalidades do percurso cotidiano para chegar à escola; A sua residência localiza-se no Distrito de Galante, Campina Grande. 

FIGURA 1: PERCURSO CASA/ESCOLA: O COTIDIANO

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Fonte: Kátia Luana de Farias – aluna do 1º Ano “E”, E.N.E. Pe. Emídio Viana Correia

        Verifica-se que a aluna conseguiu ressaltar os elementos considerados mais significativos: a religiosidade representada pela igreja católica; a água do açude J. Rodrigues, ponto turístico do Distrito de Galante, dentre outros elementos como a rua em que mora, demostrando a afinidade com o lugar, como sendo um território cheio de significados que ajudam para sua localização e orientação para deslocar-se no espaço.

        Concomitantemente, mostra que para chegar até a Escola Normal passa pela BR-230. No decorrer da rodovia,  ela destacou alguns elementos até chegar à cidade de Campina Grande, onde a mesma passa pela Av. Brasília, onde destaca o Shopping Boulevard chegando, assim, até a escola. Nota-se que a mesma estava envolvida com seus sentimentos e ideias que tem do lugar, utilizando a percepção. Isto é enfatizado por Merleau-ponty Apud Nogueira (2002, p.129.): “ um objeto parece atraente ou repulsivo antes de parecer negro ou azul, circular ou quadrado”.

       Em sequência, encontra-se a demostração da representação gráfica de outra aluna,  que mora na fazenda Desterro, Distrito de Galante, Campina Grande (Figura 2).

FIGURA 2: A AFETIVIDADE PELO LUGAR

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Fonte: Ana Cristina Campos de Araújo – aluna do 1º Ano “E”, E.N.E. Pe. Emídio Viana Correia.

       A Figura 2 mostra os conhecimentos cotidianos acerca do lugar. Demostra também a noção de localização e orientação que a aluna possui. Sua representação também é sifnificativa para a percepção do lugar como espaço de vivência.

        Este trajeto foi representado mediante o pensamento da aluna que, a partir do sentimento de pertencimento construiu uma relação de identidade com o lugar. Há que se ressaltar que este mapa foi valioso para que a mesma analisasse cuidadosamente o seu lugar, desenvolvendo melhor tal conceito e ampliando a capacidade de abstração, conforme explícita Santos et al .(2002, p.206):  “o desenho é a representação de uma imagem, ou de várias imagens, criando um pensamento complexo. A gênese dos conceitos, sejam eles cotidianos ou científicos, permeia o ato de pensar.”

     Percebe-se as representações que as alunas tem em relação ao espaço vivido. As mesmas possuem uma organização de pensamentos através de elementos significativos, representando através dos símbolos as especificidades existentes nos seus espaços. Segundo Carneiro et al apud Castrogiovanni (2010), adicionalmente, estes mapas também são importantes para a construção da noção de localização espacial.

      A Figura 3 apresenta o conhecimento que o aluno tem em relação ao percurso casa-escola, representado através das principais paisagens que encontra no trajeto.

FIGURA 3: CONSTRUÇÕES CAPITALISTAS E PAISAGENS SOCIO-CULTURAIS.

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Fonte: Josué dos Santos – aluno do 1º Ano “E”, E.N.E. Pe. Emídio Viana Correia.

       O aluno mora no Conjunto Acácio Figueiredo, Campina Grande, embora na representação não seja demonstrada afetividade com relação ao seu lugar, representando mais elementos técnicos que dão um nível de complexidade ao tecido urbano, como é o caso da Companhia Hidroelétrica do São Francisco – CHESF, representada por torres; após, percebe-se o aeroporto João Suassuna e, no decorrer do percurso, o Call Center.

  O aluno também pictografa ícones representando um cemitério e um hospital, demonstrando uma visão do saneamento e da saúde. Chegando ao centro da cidade, representa o terminal de integração, já que precisa pegar dois ônibus para poder chegar até a escola, mostrando que o tranporte coletivo é o principal meio de transporte para os estudantes da rede pública. Também representa outras paisagens, como é o caso do viaduto Elpídio de Almeida e o Açude Velho, que são cartões postais da cidade.

     O mapa a seguir (Figura 4) é de uma aluna que reside no bairro do Católe, Campina Grande, na Rua Alice Luna Pequeno.

FIGURA 4: MAPA MENTAL E A SUBJETIVIDADE

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Fonte: Lisane Souza Lima, aluna do 1º Ano “E”, E.N.E. Pe. Emídio Viana Correia.

           A aluna representa sua casa através do ícone amarelo e relata: “ perto de minha casa as vezes acontece sempre um assalto ou alguém acaba morrendo” mostrando, assim, um dos problemas sociais da atualidade – a violência. O ícone marrom representa uma padaria que a aluna diz” que essa é uma padaria muito boa de comprar pão e de até fazer um lanche.” Também representa o estabelecimento “Quinta da Colina Recepções”, onde diz acontecer às melhores recepções de festas da cidade. No percurso casa-escola, portanto, é possível notar uma tendência à afetividade e a subjetividade da visão sobre o lugar, em conformidade com o que afirmam Landim Neto e Dias (2006):

Percebe-se então que a subjetividade é considerada fundamental para a construção mapas mentais, relevando as experiências através dos sentidos e vivências do indivíduo.Nesse sentido, o educando é valorizado como protagonista no processo de   ensino aprendizagem,na medida em que seus saberes são valorizados (ibidem, p. 9).

     O mapa (Figura 5) é de um aluno que mora na rua Jóse Francisco P. Filho, Jardim verdejante II. Representou sua casa ao lado esquerdo, próximo a área arborizada.           Próximo a sua casa verifica-se também  que tem um ícone representando os resíduos sólidos acumulados e, abaixo, a presença de água poluída.

FIGURA 5: VISÃO CENTRO X PERIFERIA

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Fonte: Pedro Paulo Silva Júnior, aluno do 1º Ano “E”, E.N.E. Pe. Emídio Viana Correia.

           No centro do mapa, representa-se outras casas antes da Av. Brasília, onde encontram-se prédios. Sendo assim neste mapa pode-se notar que há uma tendência a segregação do bairro onde mora o aluno, sendo este um bairro periférico. Dessa forma, pelo mapa pode-se diagnosticar a percepção do aluno quanto aos problemas socioambientais que atingem a periferia, que são vítimas do esquecimento por parte dos poderes públicos; demonstrando assim o antagonismo existente entre Centro/periferia.

         Tal segregação configura-se pelo mal planejamento das cidades, e a falta de políticas públicas pertinentes em relação as necessidades básicas para população mais carente. Logo mais mostra-se através dos prédios, que estes ícones são um símbolo de status visívil e de investimento capitalista, onde demonstra o paradoxo entre um bairo de periferia e um bairro nobre. Sendo portanto o mapa mental uma forma de conhecer o espaço vivido, e seria muito útil não só no ensino aprendizagem, como uma forma de planejamento urbano, para melhoramento de tais bairros considerados segregados. Como explícita Santos:

Os mapas mentais, portanto, representam uma forma de linguagem que retrata o espaço vivido e que traz consigo valores sociais que refletem a experiência social de seus executores, constituem-se em importante instrumento, pois permitem aos produtores do espaço geográfico exprimir sua forma de vê-lo, senti-lo e produzi-lo. Ao se perceberem parte integrante e deixarem fluir seus sentimentos em relação ao lugar, os indivíduos criam uma relação de respeito e cumplicidade como o espaço vivido, o que pode se tornar base para atitudes de transformação da realidade vivida.(2011. p.238).

           O mapa seguinte (Figura 6) é de uma aluna residente na Rua Tereza C. Barros, no Bairro do Cinza. O seu mapa foi bastante diferente em relação aos outros devido apresentar mais escrita que propriamente símbolos, todavia a mesma não deixou de passar informações sobre o espaço que percorre para chegar à escola, demostrando conhecimento em relação a localização das ruas próximas ao centro da cidade.

        A mesma demonstrou a organização espacial mostrando que o ser humano,  a partir do trabalho social modifica a natureza. Isto é bem enfatizado no ícone representado pela forma elipsóide, em vermelho, mostrando o centro que polariza toda a cidade. Nessa perspectiva, a aluna apresenta o espaço urbano como algo dinâmico, que está em constante transfomação, pelo fato de que é capitalista, sendo um produto sociocultural, político e histórico. Já em relação aos problemas socioambientais, a aluna demonstra que, apesar de gostar de seu bairro, afirma existir problemas de várias dimensões, bem como agentes capitalistas que regem o espaço, embora tenha esperança de que políticas públicas que o beneficiem venham a ser implementadas no mesmo.

FIGURA 6: ORGANIZAÇÃO ESPACIAL

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 Fonte: Valdênia de Lima Batista, aluna do 1º Ano “E”, E.N.E. Pe. Emídio Viana Correia

         A partir dos mapas mentais analisados, verifica-se o quanto os mesmos são eficazes para estudar o lugar e suas paisagens, dando ao aluno condições de construir seus próprios conceitos geográficos a partir do cotidiano, todavia não apenas para compreender determinado conteúdo, mas para que sirva como possibilidade de desenvolver sua cidadania. Damiani Apud Alves e Siebra (2009.p.2) enfatiza que “A noção de cidadania envolve o sentido que se tem do lugar e do espaço, já que se trata da materialização das relações de todas as ordens, próximas ou distantes. Conhecer o espaço é conhecer a rede de relações a que se está sujeito, da qual se é sujeito.”

           Mediante estes relatos, percebe-se que os mapas mentais foram eficazes para estudo do lugar, visto que se trabalhou a partir do cotidiano dos alunos, sendo eles mesmos autores/agentes de sua própria história, desenvolvendo assim sua cidadania e deixando de ser alienados pela sociedade capitalista.

        Os mapas mentais constituem ferramenta eficaz para o estudo do lugar enquanto categoria de análise. Através deles, os alunos demonstraram os conhecimentos sobre o espaço vivido, mediante a organização de pensamentos e memorização dos elementos da paisagem.

REFERÊNCIAS

ALVES, C. C. E.; SIEBRA, F. S. F. A importância das representações cartográficas na Compreensão e construção do conceito de espaço Geográfico em sala de aula. Encontro Nacional de Prática de Ensino em Geografia – ENPEG, Anais… Porto Alegre, 30 de ago. a 2 de set., 2009, p.1-10.

CASTROGIOVANNI, A. C.; CALLAI, H. C.; KAERCHER, N. A. Estudar o Lugar para compreender o mundo. In: CASTROGIOVANNI, A. C.; CALLAI, H. C. Ensino de Geografia: práticas e textualizações no cotidiano. 9ª Ed. Porto Alegre: Editora Mediana, 2010.

LANDIM NETO, F. O.; DIAS, R. H. L. Mapas mentais e a construção de um ensino de Geografia significativo: algumas reflexões. Revista Geoaraguaia. Barra do Garças, MT. V.1, n.1, p.1-12 jan/julho. 2011.

NOGUEIRA, A. R. B. Mapa mental: Recurso didático para estudo do lugar. In: PONTUSCHKA, N. N.; OLIVEIRA, A. U. de; Geografia em Perspectiva: ensino e pesquisa. São Paulo: Contexto, 2002, p.125-131.

SANTOS, C. O uso dos desenhos no ensino fundamental: Imagem e conceitos. In: PONTUSCHKA, N. N.; PAGANELLI, T. I.; CACETE, N. H. Para ensinar e aprender Geografia. São Paulo, Cortez Editora, 2007.

SANTOS, L. de L. Mapa mental e lugar: a percepção dos moradores das vilas rurais recanto verde e nova Jerusalém. Caminhos de Geografia. Uberlândia, MG. V. 12, n. 40 dez/2011, p. 231-242.

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SLIDES DO 3º E 1º ANO MÉDIO DO CURSO PROFISSIONALIZANTE  EM MAGISTÉRIO

Paisagem,região, território e os aspectos históricos e geográficos de Campina Grande-PB-1º ANO

Categorias geográficas- espaço geografico e lugar – o uso de mapas mentais -1º Ano

Aula-orientação e localização- 3° C

Alfabetização cartográfica-O espaço geográfico e suas representações AULA 3° C

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XIII AMOSTRA CULTURAL DA ESCOLA NORMAL 

      Ocorreu no dia 10 de outubro 2013, a XIII Amostra cultural sobre a temática:meio ambiente. Neste contexto foi feito com o 3º Ano do curso de magistério uma peça teatral de fantoches, para isto foi escrito com os alunos, professora titular e bolsistas uma paródia da fábula: A formiguinha e o presidente de, CARVALHO, Fábio e Ilustração: GOMES, Alessandra; EDITORA CONSTRUIR, RECIFE 2010.p.16.  Por meio deste foi feito a história O PEDIDO DO SAPO.Esta história prima pela questão de sensibilização ambiental por parte das pessoas, que iriam escutar a história. Na mesma continha a questão real da escala local, do Riacho das Piabas, Campina Grande-PB. O riacho corta a parte norte de Campina Grande passando por algumas granjas, tendo continuidade no Canal que começa entre o Alto Branco e a Rosa Mística, passando pelo Ponto Cem Reis e separando o Centro do Alto Branco, Santo Antônio e José Pinheiro, havendo uma bifurcação que vai para o Açude Velho e outra parte para o bairro da Cachoeira. Do ponto de vista histórico o Riacho das Piabas teve seu papel no abastecimento de água para a população indígena e para os tropeiros em épocas que Campina Grande era simplesmente um povoado. Atualmente o mesmo é depósito de lixo por meio dos esgotos e lixo jogado pela própria população. Esta história vem mostrar que cada cidadão deve fazer sua parte para contribuir para preservação ou conservação  do meio ambiente.

 Abaixo história completa e as fotos da amostra:

O PEDIDO DO SAPO

O sapo (Kelly)- Oi! Meu nome é Tito, sou um Sapinho muito inteligente e bonito. Eu e minha amiga Lulu moramos na nascente do Riacho das Piabas, mas somos encontrados em quase todos os lugares. Gostamos de lembrar que sou um dos meios que a natureza utiliza para se proteger.

O sapo (Kelly)- Nossa história é triste, mas temos muita esperança.

O sapo (Kelly)- Para começar, precisamos encontrar nosso amigo Nilo. Ela é bem forte e inteligente. Porém é muito descriminada, pois trabalha carregando material reciclável para ser vendido na sucata.

A cobra( Lindjane)- Precisamos acertar a nossa viagem urgente ao palácio do Bispo onde se encontra o gabinete do Prefeito de nossa cidade. Só assim falaremos com ele.

O sapo (Kelly)- O assunto é urgentíssimo! É sobre as nossas coleguinhas. As piabinhas! Em ralação a destruição do Riacho onde moramos. Pois os homens derrubam e queimam as árvores das margens, jogam bastante material que poderia ser reciclado e reutilizado além de despejarem esgoto e elementos químicos no curso d’água prejudicando bastante nossa vida!

A cobra( Lindjane)- Vamos contar ao prefeito toda historia, Começando pela caracterização Geográfica da área.  Pois o Riacho das Piabas está localizado na sub-bacia do Bodocongó, trecho médio do Rio Paraíba.

O sapo (Kelly)- Vou falar também que sua área rural é protegida por Lei. Que ela abastece o Açude Velho e a Mata do Louzeiro além da microbacia do Riacho de Bodocongó.

A cobra( Lindjane)- O riacho corta a parte norte de Campina Grande passando por algumas granjas, tendo continuidade no Canal que começa entre o Alto Branco e a Rosa Mística, passando pelo Ponto Cem Reis e separando o Centro do Alto Branco, Santo Antonio e José Pinheiro, havendo uma bifurcação que vai para o Açude Velho e outra parte para o bairro da Cachoeira.

O sapo (Kelly)- Do ponto de vista histórico o Riacho das Piabas teve seu papel no abastecimento de água para a população indígena e para os tropeiros em épocas que Campina Grande era simplesmente um povoado. 

A cobra( Lindjane)-  Ufa! Até que fim!  Encontramos nosso amigo Nilo.

O sapo (Kelly)-oi, Lila, boa tarde!Estamos aqui para acertarmos a viagem para o gabinete do Prefeito. Estamos pensando em ir amanhã, bem cedinho, por causa do sol quente…

O jumento (Mª José)-Oi, Amigos! Boa tarde! Vamos, sim. Vocês estudaram bem sobre a preservação do meio ambiente? Com certeza, o prefeito vai argumentar todas as nossas reivindicações.

O sapo (Kelly)-Já pensamos nisso. Explicaremos que nosso trabalho é muito importante e necessário para a natureza. Pois o controle biológico é uma técnica que utiliza dos meios naturais, criada para diminuir a população de organismos considerados pragas.

O jumento (Mª José)-Espera aí, Tito. Explica mais, pois não estou entendendo bem!

O sapo (Kelly)-Assim: O controle biológico Lila pode ser feito por nós Sapos que atacamos as pragas, sendo assim muito eficiente no controle. Deste modo as lavouras ou o meio ambiente não sofrem grandes danos.

O jumento (Mª José) Tá bem Tito, Agora sim eu entendi!

O jumento (Mª José) Agora se o prefeito perguntar qual é o nosso papel nesse sistema? O que responderemos?

A cobra (Lindjane)- Boa pergunta, amigo. Responderemos com muito orgulho. Nós somos um ecossistema, convivemos amigavelmente, trabalhamos em conjunto para o bem de todos. Porem o Homem vem degradando o nosso meio. Devastando assim toda fauna e flora do lugar! Assim o digam nossas amigas Piabas!

O jumento (Mª José)-Vocês tem toda razão! -Opa! Está muito tarde, precisamos descansar para nossa longa viagem. Até amanhã. Boa noite, amigo!

O sapo (Kelly)–Boa noite. Até amanhã, se Deus quiser.

No dia seguinte:

O sapo (Kelly)– -Chegou o sol. Bom dia, amigo. Vamos lá?

O jumento (Mª José) Vamos sim Tina! Subam ai !

Algum tempo depois:

O jumento (Mª José) A jumenta– Olha que jardim bonito! A grama deve ser deliciosa!

A cobra ( Lindjane) -Não podemos perder tempo pensando em comida Nilo. O prefeito nos espera.

Subimos a rampa do palácio. Estávamos na sala quando ele chegou.

O sapo (Kelly)-Que emoção! Bom dia, prefeito. Meu nome é Tito. Estes são meus amigos Nilo e Lulu.

Prefeito- Bom dia,amigos! Já os conheço pela luta em defesa do Riacho das Piabas. Mas me digam o que posso fazer para ajudá-los?

O sapo (Kelly)-Prefeito, é uma história triste, mas o senhor pode, com certeza, ajudar-nos e se ajudar também. Todos os dias, os homens derrubam nossas árvores e, em seguida, queimam tudo.  Nós não podemos nem respirar direito por causa de tanta fumaça, isso sem falar no efeito estufa. A água do riacho está poluída, devido aos dejetos que os homens colocam, matando nossos amigos peixes e ameaçando extinguir várias espécies de animais.

O jumento (Mª José)- Prefeito, se a devastação continuar nesse ritmo, chegará logo, logo à vez de sua espécie desaparecer.

Prefeito- -Mas espera aí, Amigos. Estamos fazendo alguma coisa nessa área…

O jumento (Mª José) -É muito pouco. O senhor precisa ver com os próprios olhos. Por favor, prefeito!

Prefeito- -Está certo. Mas me dê algumas sugestões.

A cobra( Lindjane) -A primeira sugestão, e a mais importante, é que o senhor se torne um prefeito “ecológico”.

O sapo (Kelly)– As outras são: Fazer cumprir as leis, responsabilizando os agressores e até o Estado destruidor da natureza. É possível mudar essas situações em que se encontra nosso meio ambiente por meio de pequenos e constantes passos e ações, como nossas amigas, formigas.

O jumento (Mª José) Senhor prefeito, esperamos sua ajuda. Dê vida a essas propostas como se fosse uma formiguinha que é nosso Brasil.

Prefeito- – Está bem, Serei como uma formiguinha. E farei com que cada Campinense seja como uma também. Até logo e boa viagem de volta.

Os três – Obrigada senhor prefeito. Fique com Deus.

O sapo (Kelly)– Nossa viagem de volta foi um sucesso. Nilo e Lulu  chegaram cansados, mas felizes. Agora, só resta fazer nossa parte, criando campanhas educativas, incentivando o consumo responsável, para o bem do nosso município. Até a próxima, amiguinhos!

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QUESTÕES DA DEMOGRAFIA PARAIBANA

      Para análise do crescimento da população, enfatiza-se a existência de dois fenômenos os quais são: crescimento natural ou vegetativo e a migração. Neste contexto foi explanado e relembrado pela professora  Maria Madalena Paiva Vieira e a bolsista Kalina Fernanda Cavalcanti Ferreira, para os alunos do 3° ano do curso de magistério, os conceitos demográficos os quais são:  crescimento vegetativo ou natural população absoluta,  população relativa,  taxa de mortalidade,  taxa de fecundidade. Assim foi proceguido o conteúdo.

     Os recentes dados fornecidos pelo IBGE têm confirmado a melhoria de alguns indicadores sociais  para o Estado da Paraíba, referentes a saúde, educação, condições domiciliares com o aumento do atendimento com esgotamento sanitário, abastecimento d’água, de energia elétrica além da ampliação do uso de eletrodomésticos: geladeiras, fogões, televisões, etc. Todos esses indicadores refletem no envelecimento da população, diminuição no trabalho infantil.  Para esta análise foi mostrado a estrutura da população por meio das pirâmides étarias de 1970 aos dias atuais.

Dados do IBGE 2013

População estimada 2013 3.914.421
População 2010 3.766.528
Área (km²) 56.469,778
Densidade demográfica (hab/km²) 66,70
Número de Municípios 223

 Fonte:http://www.ibge.gov.br/estadosat/perfil.php?sigla=pb]

      Logo após, para aprofundamento do assunto e para propiciar a criticidade dos alunos, foi explicado que por meio destes dados é calculado o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) feito pela ONU, através do PNUD, o programa das nações unidas para o desenvolvimento, este leva em conta, Uma vida longa e saudável (Saúde): expectativa de vida ao nascer, O acesso ao conhecimento (Educação): média de anos de estudo (adultos) e anos esperados de escolaridade (crianças),Um padrão de vida decente (Renda): medido pela Renda Nacional Bruta (RNB) com base na Paridade de Poder de Compra (PPC) por habitante. O IDH varia entre 0 (nenhum desenvolvimento humano) e 1 (desenvolvimento humano total), revelando que quanto maior a proximidade de 1, mais desenvolvido é o país. Neste contexto mostrou-se através de um reportagem e um vídeo (do jornal da Paraíba-JPB), que mostra que Paraíba mesmo mostrando  um melhor desempenho, ainda ficou entre um dos piores IDH do país , ou seja, mesmo com a melhoria, o Estado tem o 5ª IDH do país.

Para ver reportagem acesse:

http://ne10.uol.com.br/canal/cotidiano/nordeste/noticia/2013/07/30/mesmo-com-melhoria-paraiba-tem-5-mais-baixo-idh-do-pais-433819.php

Para ver vídeo acesse:

http://globotv.globo.com/rede-paraiba/jpb-1a-edicao/v/entenda-o-que-causa-idhs-tao-baixos-em-algumas-cidades-da-paraiba/2804734/

      Logo após ver a questão das condições da população paraibana, foi discutida a questão nacional do IDH, e assim correlacionado as escalas local, nacional e global, demonstrando que o Brasil é um país desigual, onde os índices afirmam que o mesmo têm a 6ª economia mundial, entretanto seu IDH é 85°, ou seja, uma coisa não condiz com a outra, mesmo a economia crescendo o desenvolvimento  da população  apesar de ter melhorado, ainda está baixo, propiciando assim as desigualdades sociais. Para melhor compreensão do conteúdo, foi mostrado duas reportagens.

 Para ver a reportagens acesse:

http://g1.globo.com/economia/noticia/2013/04/brasil-deve-recuperar-posto-de-6-maior-economia-em-2013-mostra-fmi.html

http://blogs.unigranrio.com.br/formacaogeral/2013/03/14/brasil-continua-na-85%C2%AA-posicao-no-ranking-mundial-de-idh-veja-resultado-de-todos-os-paises/

            Para fixação do conteúdo e para correlacionar as escalas geográficas: local e nacional, e proporcionar a criticidade dos alunos e melhor ensino aprendizagem, foi pedido uma produção textual por meio dos conhecimentos adquiridos e uma charge. A atividade foi bastante produtiva, onde mesmos antes de ser pedida a produção textual, havia durante todas as aulas, discussões em sala e uma boa interação da turma, e percebeu-se o desenvolvimento do ensino aprendizagem.

 Abaixo atividade realizada com a turma:

1- O Brasil é a 6ª economia mundial, entretanto as desigualdades estão presentes na população brasileira de forma exagerada, onde a menor parcela da população concentra a riqueza, e a maior parte vive em condiçoes de pobreza ou com dificuldade para conseguir sobreviver. Mediante este comentário e por meio dos conhecimentos adquridos em sala, faça uma produção textual com base nestes e na charge abaixo.

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Projeto Mapa mental: ferramenta para o estudo do lugar, no processo de ensino aprendizagem em geografia

          Os mapas mentais são uma ferramenta de auxílio para representação e compreensão do lugar, a partir do cotidiano, sendo este um recurso para melhor se desenvolver o ensino aprendizagem do aluno e, consequentemente, para melhor entendimento da localização geográfica, pois através da elaboração de mapas mentais, será analisada a interpretação dos alunos no meio em que estão inseridos e a identificação que concebem da sociedade a qual estão inseridos. Desta forma também o mapa mental vai ser capaz de identificar as possíveis dificuldades que estes têm em relação ao ensino da Geografia e, por conseguinte, das categorias geográficas. Nesta perspctiva foi desenvolvido este projeto  no 1° E, do curso profissionalizante de magistério desenvolvida na Escola Normal Estadual Padre Emídio Viana Correia.

 Em anexo projeto completo:

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DOS VARAIS DAS FEIRAS PARA A SALA DE AULA: CORDEL, FERRAMENTA A SERVIÇO DO ENSINO DA GEOGRAFIA

O objetivo deste trabalho é discutir a apropriação da Literatura de Cordel como ferramenta a serviço do ensino da Geografia, a partir da experiência dos alunos participantes do PIBID/CAPES/UEPB, Subprojeto de Geografia. Em particular sobre a ótica do estudo do Meio Ambiente e sua degradação. Nesta perspectiva, objetivou-se analisar a experiência desenvolvida no âmbito do citado projeto, desenvolvido a partir da utilização do Cordel como ferramenta para o desenvolvimento do ensino-aprendizagem em Geografia na turma do 2º ano A, do Curso Técnico em Eventos oferecido pela Escola Normal Estadual Padre Emídio Viana Correia, Campina Grande, PB. A Literatura de Cordel visou promover a construção e reconstrução de alguns conceitos da Geografia escolar relacionados à ecologia, a partir de elementos do cotidiano, promovendo a intercalação entre as diversas escalas geográficas. A metodologia adotada consistiu em intervenção e/ou colaboração nas aulas, inserindo o Cordel na execução do programa da disciplina efetuada pelo professor titular. Ficou evidenciado que a inserção da literatura popular tem a capacidade de quebrar barreiras, assim abrindo horizontes na imaginação dos alunos, conscientizando-os sobre o processo devastador que vem sofrendo o meio ambiente. Nesta perspectiva, o trabalho lúdico desenvolveu a percepção, a escrita e a oralidade, além de despertar o interesse pela disciplina de Geografia, sobre a qual deve ser acrescida de uma carga crítica e reflexiva, a fim de possibilitar o diagnóstico do mundo e do espaço vivido e modificado através da leitura e interpretação do Cordel.

Artigo Apresentado no III SENACEM-III Seminário Nacional do Ensino Médio e II Simpósio de Pós-Graduação em Educação Da UERN-volume 01 número 05 nov. 2013-ISSN2318-4175:(CD-ROM)

 Em anexo artigo completo:

DOS VARAIS DAS FEIRAS PARA A SALA DE AULA CORDEL, FERRAMENTA A SERVIÇO DO ENSINO DA GEOGRAFIA

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DIAGNÓSTICO DAS TURMAS:

Diagnóstico das turmas da Escola Normal

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DIAGNÓSTICO DE OBSERVAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DO ESPAÇO FÍSICO:

Dagnóstico de observação e caracterização do espaço fisico da escola

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SLIDES UTILIZADOS PARA APRESENTAÇÃO DO DIAGNÓSTICO DA REALIDADE DA E.N.E.PE. EMÍDIO VIANA CORREIA:

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PROJETO EDUCACIONAL EM ANDAMENTO NA E.N.E. PADRE EMÍDIO VIANA CORREIA:

PROJETO_INTERVENÇÃO_ESCOLA_NORMAL

(Clique para baixar o arquivo) !

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PLANEJAMENTO DE AULAS E ESTRATÉGIAS DIDÁTICAS PELOS BOLSISTAS DO PIBID DA ESCOLA NORMAL ESTADUAL PADRE EMÍDIO VIANA CORREIA:

(Clique sob os link para baixar o arquivo) !

Plano de aula 1_

Plano de aula 2

Plano de aula 3_

Plano de aula 4_

Plano de aula 5 

Plano de aula 6_

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XII MOSTRA CULTURAL DA ESCOLA NORMAL, EM CAMPINA GRANDE – PB

O final de outubro na Escola Normal foi marcado pelo desenvolvimento XII Mostra Cultural: Educação para Sustentabilidade. À princípio, as temáticas foram analisadas de maneira que cada um (professores e alunos bolsistas) contribuísse com uma proposta que viabilizasse o fácil acesso aos materiais ao mesmo tempo que contribuísse para que todas as turmas envolvidas com a professora Madalena sentissem a vontade para trabalhar; vídeos, revistas e infográficos compuseram a parte inicial dos trabalhos com os alunos, a fim de que todas as turmas (1ºC, 2ºB, 2ºC e 2ºA) compreendesse a necessidade de enfocar a sustentabilidade como palavra-chave da mostra.

As temáticas impostas foram: eventos e a sustentabilidade, para as turmas 1°C e 2°B, e cidades inovadoras e a sustentabilidade, com as turmas 2°C e 2°A; para a primeira, a proposta é trabalhar com energias alternativas, restringindo-se à eólica, já que a Paraíba produz desde novembro de 2007 este tipo de energia e o parque eólico está instalado dentro da mina da Millennium no município de Mataraca, a 90 quilômetros da capital João Pessoa.

Para a segunda temática, propomos expor uma maquete de 2,5m x 1,2m que representasse uma cidade sustentável; esta constaria de quatro quarteirões contendo residências, condomínios, área de lazer, bibliotecas, museu, escola, área verde, estação de tratamento de águas residuais, aterro sanitário, etc.; esta estação irá simular uma infraestrutura que trata as águas residuais de uma possível lagoa que vai estar no centro da cidade e que recepta esgotos sanitários das casas e dos despejos industriais. A escola (da maquete) irá apresentar um conjunto de alunos, feitos de panos, plantando uma horta num pequeno espaço não utilizado pela instituição. Além desta maquete, a sala disponibilizada para esta temática constará um cavalete na forma quadricular com algumas plantas, como por exemplo, coentro, cebolinha, hortelã, entre outras que poderão integrar, posteriormente, a cozinha da Escola Normal.

Feito isso, os professores dialogaram com os alunos a respeito da materialização das ideias propostas e suas possíveis modificações dadas pelos mesmos; novas ideias se adaptaram aos esquemas planejados anteriormente e assim, cada aluno disponibilizou sua ajuda para trabalhar em grupo e durante o horário de aulas, além de armazenar materiais recicláveis como papelão, caixas de fósforo, creme dental, garrafas PET, pó de madeira, entre outros materiais. Notou-se que parte da turma tinha facilidade para funções artesanais, o que desencadeará na rápida execução das tarefas.

Observem os resultados:

 Maquete elaborada pelas turmas 1°C e 2°B da Escola Normal PE. Emídio Viana Correia juntamente com a professora Maria Madalena de Paiva Vieira e Fernando Antônio Fernandes

Maquete elaborada pelas turmas 1°C e 2°B da Escola Normal PE. Emídio Viana Correia juntamente com a professora Maria Madalena de Paiva Vieira e Fernando Antônio Fernandes

Cidade com estação de tratamento de água, área de lazer, usina eólica, entre outras estruturas representativas!

Maquete "Cidade inovadora"

Maquete “Cidade inovadora”

Cavalete de 2m de altura composto de algumas plantas, como coentro, cebolinha, beterraba, hortelã, entre outras que integrarão a cozinha da Escola.

Usina eólica construída a partir de materiais recicláveis.

Veja mais fotos  e vídeos no Widget “Nossos trabalhos” localizado no canto esquerdo dessa página ou no bandpage !

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COMO REPRESENTAR OS MOVIMENTOS DE TRANSLAÇÃO E SUAS CONSEQUÊNCIAS?

A construção da maquete, como pode ser visualizada nas imagens abaixo, permitiu transpor este conteúdo com maior praticidade, o que interfere no processo de retenção e raciocínio geográfico; a mesma foi construída pelos bolsistas da Escola Normal Estadual Pe. Emídio Viana Correia, á saber Allen e Diego nas turmas 1°C e 2°B.

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PAISAGEM E ARTE

A professora Madalena Paiva da Escola Normal de Campina Grande – Pb, no dia 21 de agosto de 2012, juntamente com os bolsistas Alisson, Kalina e Rayane conduziu as turmas 2°C e 2°A para visualizar e analisar a exposição “Artistas Paraibanos Modernos e Contemporâneos” no Museu Assis Chateaubriand (MAAC) de Campina Grande;

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Alunos do 2°C e 2°A analisam a obra "As pedras" do artista Luiz Barros, no MAAC de Campina Grande, Pb

Alunos do 2°C e 2°A analisam a obra “As pedras” do artista Luiz Barros, no MAAC de Campina Grande, Pb

Estavam expostas 184 peças de 15 artistas paraibanos das sub regiões do Sertão, Agreste, Brejo e Zona da Mata que ganharam visibilidade e reconhecimento de críticos nacionais e internacionais. O objetivo era apreender a visão da categoria paisagem através da arte e a partir disto levar uma maior discussão para a sala de aula, além de apresentar conceitos para a mesma categoria de diferentes teóricos, dentre eles Milton Santos (1998).

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